KATHITA.... pelo mundo!
(sempre em busca de novas aventuras)
domingo, 20 de maio de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
AMANTES DO MUNDO, UNAMO-NOS!!!
Amantes do mundo, unamo-nos!
Sejamos bobos e repetitivos, mas sejamos moleques e sóbrios para proclamar o amor, pois só a ele é permitido ferir qualquer lei, transgredir qualquer ordem.
Pois que Viva o Amor!
E essa especial licença poética que torna permitido o proibido...
"NÓS SOMOS A SOMA DE NOSSAS DECISÕES" Woody Allen
A gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.
Ao fazer uma opção, estamos descartando a outra; e de opção em opção, vamos tecendo essa teia que convencionamos chamar "vida".
Nossas escolhas não podem ser apenas inuitivas, elas têm que refletir o que a gente é.
Lógico que se deve reavaliar decisões: ninguém é o mesmo para sempre.
Mas que as mudanças venham a acrescentar.
Quanto menos errarmos, melhor!
A gente é o que a gente escolhe ser, o destino pouco tem a ver com isso.
Ao fazer uma opção, estamos descartando a outra; e de opção em opção, vamos tecendo essa teia que convencionamos chamar "vida".
Nossas escolhas não podem ser apenas inuitivas, elas têm que refletir o que a gente é.
Lógico que se deve reavaliar decisões: ninguém é o mesmo para sempre.
Mas que as mudanças venham a acrescentar.
Quanto menos errarmos, melhor!
domingo, 8 de abril de 2012
Nina e eu...
Ela tem um nome, mas eu não sei qual é...
Eu a chamo de Nina...
Não sei por que, mas precisava colocar um nome nessa menina que eu vejo todos os dias, na parede da minha sala...
Ela é dona de um dos olhares mais penetrantes (e desconsertantes!) que eu já vi!
às vezes esse olhar até me incomoda...
Me incomoda tanto a ponto de eu tirar o quadro da parede e deixa-lo encostado na parede, longe do meu alcance visual.
é como se ela me olhasse todos os dias e me perguntasse "o que vc fez hoje pra mudar esse mundo injusto?"
sábado, 7 de abril de 2012
Cantigas leva-as o vento... (Florbela Espanca)
A lembrança dos teus beijos
Inda na minh'alma existe,
Como um perfume perdido,
Nas folhas dum livro triste.
Perfume tão esquisito
E de tal suavidade,
Que mesmo desapar'cido
Revive numa saudade!
Inda na minh'alma existe,
Como um perfume perdido,
Nas folhas dum livro triste.
Perfume tão esquisito
E de tal suavidade,
Que mesmo desapar'cido
Revive numa saudade!
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